ONDE REPORTAMOS


Traduzir a página com Google

Reportagem Publication logo October 20, 2020

Fotos: Uma vida protegendo as criaturas aquáticas do Amazonas

País:

Autor(a):
José Gregorio, leader of the Guardia Indígena Ambiental (Indigenous Environmental Guard), poses for a portrait. The photo shows a logo on the front of his shirt representing his organization, which protects the Amazon forest surrounding the Amacuyaco River. Image by Pablo Albarenga. Colombia, 2020.
Inglês

In the heart of a dark triangle in the deep rainforest lie three border towns: Leticia (Colombia)...

author #1 image author #2 image
Vários autores
Duas mulheres, Lilia e Karina, alimentam um peixe-boi que encontraram encalhado na margem do rio Amazonas. A mulher da esquerda alimenta o peixe-boi com as mãos, enquanto a mulher da direita segura o peixe-boi no colo.
Lilia e Karina, da fundação Natütama, alimentam um peixe-boi que encontraram encalhado na margem do rio Amazonas. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Lilia Isolina Java Tapayuri posa para um retrato com o marido Aldo, as filhas Ainara e Michel e a mãe Tapayuri, em frente à casa deles, que está vazia porque a família mora na Fundação onde trabalha. Para esta líder comunitária da etnia Cocama, na reserva Tikuna-Cocama-Yagua, o boto-rosa é sagrado. E ocupa um lugar central em sua trajetória espiritual e profissional, que a levou a ocupar um papel importante na conservação da fauna fluvial deste recanto da selva amazônica. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Floresta inundada perto da comunidade de San Francisco. Na estação das chuvas, que coincide com o inverno amazônico, os rios sobem de nível criando florestas alagadas, onde os botos-cor-de-rosa caçam suas presas. Desde tempos remotos, este mamífero aquático ocupa um lugar sagrado nas cosmologias indígenas, assim como a face em muitos recantos da imensa bacia amazônica. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

A equipe de controle da jangada do Lago Tarapoto realiza uma inspeção de rotina para controlar os barcos pesqueiros locais. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Lilia pesa parte dos peixes de um barco durante uma inspeção de controle, na jangada de controle, localizada na entrada do Lago Tarapoto. Ela dirige as operações da jangada com coragem e autoridade indiscutível, de onde é contada a população de diferentes espécies de peixes e mamíferos aquáticos como lontras, peixes-boi e golfinhos. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Um dos vigias da jangada do Lago Tarapoto assa alguns peixes para o jantar. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Pôr do sol sobre o Lago Tarapoto. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Lilia posa para um retrato no rio Amazonas. Seu caminho, como o de tantas outras mulheres indígenas, tem sido de permanente luta e determinação. Em meio ao patriarcado dominante, o controle masculino tende a ser absoluto. Isso exige que as mulheres tenham mais audácia se quiserem se esgueirar por uma fenda e começar a trabalhar cara a cara com os homens. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Lilia e seu marido cuidam de um peixe-boi que encontraram encalhado na margem do rio Amazonas, enquanto tentam localizar sua mãe. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.

Lilia e Karina aguardam que membros de um abrigo de animais venham buscar um peixe-boi que encontraram encalhado na margem do rio Amazonas, para transportá-lo para suas instalações na cidade de Letícia. Imagem de Pablo Albarenga. Colômbia, 2020.